O problema não está na tecnologia.
Está na forma como a decisão é conduzida.
Início da Turma: 06 de Abril de 2026
Fonoaudiólogo
CRFa 6 - 8422
16 anos em AASI, próteses osteoancoradas e implante coclear.
Tese em Verificação Eletroacústica com microfone sonda e estímulos de fala
MBA em Marketing e Vendas (PUC-MG)
MBA em Neurociências do Consumo (PUC-RS)
MBA em Neuromarketing (UNIBH)
Coordenador de Fonoaudiologia da maior rede de AASI de MG e uma das maiores do Brasil
R$ 2,5 mi em faturamento mensal
Suporte clínico com Widex, Resound, Signia e Cochlear
Assessoria e Consultoria de Centros Auditivos
Docência Pós-Graduações e Aperfeiçoamentos de referência nacional em Audiologia:
CEDIAU | Audiologia 360° | FonoSul | Academia da Fono
Idealizador e cofundador do SINDFONOMG
Conselheiro CREFONO6 - Presidente Comissões de Audiologia e Empregabilidade
8 módulos estratégicos com neurociência aplicada, estratégia clínica e indicadores de performance
8 encontros ao vivo — Segundas-feiras das 19h às 22h
Gravações disponíveis por 6 meses
Na prática clínica, a adaptação de aparelhos auditivos é frequentemente reduzida a um processo técnico de programação do dispositivo. No entanto, a experiência em audiologia mostra que o sucesso da reabilitação auditiva depende muito mais da forma como o processo é conduzido do que apenas da regulagem eletroacústica do aparelho.
Neste módulo, a adaptação de AASI é apresentada como um processo clínico estruturado, no qual o fonoaudiólogo conduz o paciente desde a compreensão da perda auditiva até a consolidação do uso da tecnologia como parte da reabilitação. A proposta é ampliar o olhar do profissional para além da programação e compreender a adaptação como uma jornada terapêutica que envolve percepção de necessidade, aceitação da condição auditiva, experiência com a amplificação e acompanhamento contínuo.
A perda auditiva é analisada de forma ampliada, considerando não apenas o resultado audiométrico, mas também o impacto funcional na comunicação, as repercussões emocionais e as consequências sociais da dificuldade auditiva. Essa compreensão permite que o fonoaudiólogo conecte o diagnóstico audiológico às situações reais vivenciadas pelo paciente, tornando o processo de adaptação mais significativo e relevante.
Na prática clínica, essa abordagem transforma a adaptação em uma experiência participativa e consciente. O paciente passa a compreender melhor sua condição auditiva e seu papel no tratamento, o que favorece maior adesão ao uso do aparelho e resultados mais consistentes na reabilitação auditiva.
A decisão de iniciar a reabilitação auditiva envolve muito mais do que compreender um diagnóstico. Emoções, experiências anteriores, memória auditiva e percepção de risco influenciam diretamente a forma como o paciente interpreta a indicação do aparelho auditivo.
Neste módulo, serão apresentados conceitos fundamentais da neuroanatomia e da neurociência aplicados à adaptação de AASI. O objetivo é permitir que o fonoaudiólogo compreenda como diferentes áreas do cérebro participam da tomada de decisão em saúde e como esses mecanismos influenciam o comportamento do paciente durante a consulta.
Ao entender o papel das estruturas cerebrais envolvidas na emoção, na memória e na avaliação de risco, o profissional passa a compreender melhor por que muitos pacientes demonstram insegurança ou resistência diante da adaptação. Esses comportamentos deixam de ser interpretados como falta de interesse e passam a ser compreendidos como respostas naturais do cérebro diante de situações que envolvem mudança e incerteza.
Na prática clínica, esse conhecimento permite conduzir a consulta com maior empatia e estratégia, ajustando a forma de explicar o diagnóstico, apresentar a tecnologia e orientar o paciente ao longo do processo de adaptação.
Entre o diagnóstico da perda auditiva e o início da reabilitação existe um momento decisivo: a compreensão do paciente sobre sua condição e sobre a necessidade do tratamento. Muitas vezes, a dificuldade não está na tecnologia disponível, mas na forma como as informações são apresentadas durante a consulta.
Neste módulo, será explorado como a comunicação clínica pode influenciar diretamente a forma como o paciente percebe a perda auditiva, interpreta a recomendação profissional e decide iniciar a adaptação. A partir de princípios da neurociência da decisão, da comunicação persuasiva e da Programação Neurolinguística, o fonoaudiólogo aprenderá a estruturar a consulta de maneira mais clara, estratégica e compreensível.
Na prática clínica, isso significa saber conduzir a conversa de forma que o paciente consiga perceber o impacto real da perda auditiva em sua vida cotidiana e compreender como a amplificação pode melhorar sua comunicação. A tecnologia deixa de ser apresentada apenas como um dispositivo eletrônico e passa a ser entendida como parte de um processo de reabilitação.
Quando a comunicação é estruturada dessa forma, o paciente desenvolve maior confiança no tratamento, reduz dúvidas e se sente mais seguro para avançar na decisão de iniciar a adaptação auditiva.
Um dos maiores desafios na adaptação de aparelhos auditivos é fazer com que o paciente compreenda o verdadeiro valor da reabilitação auditiva. Muitas vezes, a perda auditiva é percebida como um incômodo tolerável, o que leva ao adiamento constante do tratamento.
Neste módulo, serão explorados princípios de neuromarketing aplicados à prática clínica. A proposta é compreender como o cérebro forma percepção de valor e como o fonoaudiólogo pode estruturar a consulta de maneira que o paciente reconheça a importância da adaptação antes mesmo de qualquer discussão sobre investimento financeiro.
Durante o atendimento, o paciente precisa conectar o resultado do exame audiológico às dificuldades reais que enfrenta em sua comunicação diária. Quando essa conexão acontece, a adaptação deixa de ser percebida como um produto e passa a ser compreendida como uma solução para um problema concreto.
Na prática clínica, essa abordagem permite construir valor de forma progressiva, fortalecendo a percepção de necessidade da reabilitação auditiva e tornando o processo decisório muito mais natural e consistente.
A insegurança do paciente é um dos fatores mais importantes associados à devolução de aparelhos auditivos e ao abandono do tratamento. Em muitos casos, essa insegurança não está relacionada à tecnologia em si, mas à forma como o processo de adaptação foi conduzido.
Neste módulo, será discutido como a percepção de risco influencia a decisão do paciente e como o fonoaudiólogo pode estruturar a adaptação de forma a reduzir dúvidas, fortalecer a confiança no tratamento e conduzir decisões mais firmes.
Durante o processo de adaptação, é comum que o paciente questione se está fazendo a escolha correta, se conseguirá se acostumar ao aparelho e se o investimento realmente trará benefício. Saber conduzir essas dúvidas de maneira adequada é fundamental para que o processo de reabilitação avance com segurança.
Neste contexto, também será abordado o uso estratégico do teste domiciliar. O módulo discute quando o teste pode ser útil dentro da adaptação, quando ele pode aumentar insegurança e como estruturá-lo de forma correta. Um teste domiciliar bem conduzido precisa ter objetivos claros, orientação adequada e acompanhamento clínico, evitando que o paciente vivencie experiências desorganizadas que aumentem dúvidas sobre o tratamento.
Quando o teste domiciliar é utilizado de forma estratégica, ele se torna uma ferramenta de confirmação de benefício e não um elemento que amplifica a incerteza do paciente.
A decisão de iniciar a adaptação auditiva faz parte do processo terapêutico. No entanto, muitos profissionais da saúde se sentem desconfortáveis ao lidar com essa etapa por associarem negociação a práticas comerciais tradicionais.
Neste módulo, a negociação é apresentada como um processo clínico de organização da decisão. O fonoaudiólogo aprende a ajudar o paciente a avaliar opções tecnológicas, compreender benefícios e escolher a solução mais adequada para sua realidade auditiva e financeira.
Dúvidas relacionadas ao preço, comparação entre tecnologias ou necessidade de conversar com familiares fazem parte do processo decisório e precisam ser conduzidas com tranquilidade e estratégia.
Na prática clínica, isso significa apresentar as opções de forma clara, explicar as diferenças entre níveis tecnológicos e ajudar o paciente a tomar uma decisão consciente, sem pressão e sem perda da autoridade profissional.
A adaptação de aparelhos auditivos não termina na entrega do dispositivo. A consolidação do uso da tecnologia depende de acompanhamento clínico contínuo, orientação adequada e ajustes progressivos ao longo do tempo.
Neste módulo, será discutida a importância do acompanhamento estruturado como parte essencial da reabilitação auditiva. O paciente passa por um processo de adaptação neural e aprendizado auditivo que exige monitoramento e suporte profissional.
Além da evolução clínica do paciente, o módulo também aborda a organização do acompanhamento como parte do modelo de atendimento do fonoaudiólogo. A consulta de acompanhamento deixa de ser vista apenas como um retorno eventual e passa a ser compreendida como etapa fundamental da reabilitação.
Nesse contexto, será discutida a importância da valorização profissional e da cobrança das consultas dentro do processo de acompanhamento. Quando o acompanhamento é estruturado e reconhecido como parte essencial do tratamento, ele fortalece o vínculo terapêutico, melhora os resultados clínicos e contribui para a sustentabilidade da prática em saúde auditiva.
A reabilitação auditiva envolve diversas etapas que vão além da consulta clínica propriamente dita. Desde o primeiro contato do paciente com o serviço até o acompanhamento após a adaptação, cada etapa da jornada influencia a percepção de valor do atendimento e o sucesso do tratamento.
Neste módulo, será apresentada uma visão estratégica da prática em audiologia, utilizando indicadores que permitem avaliar e aprimorar o processo de adaptação de AASI. O objetivo é ajudar o fonoaudiólogo a compreender melhor o funcionamento do seu próprio serviço e identificar oportunidades de melhoria na jornada do paciente.
Um ponto fundamental abordado neste módulo é o papel da recepção dentro do processo de reabilitação auditiva. O primeiro contato do paciente com a clínica muitas vezes acontece antes mesmo da consulta com o fonoaudiólogo, e a forma como esse atendimento inicial é conduzido pode influenciar diretamente a confiança do paciente no serviço.
Quando a equipe de recepção compreende a importância da jornada do paciente e está alinhada com o processo clínico, o atendimento se torna mais organizado, acolhedor e eficiente. Isso contribui para melhorar a experiência do paciente desde o primeiro contato e fortalece todo o processo de adaptação auditiva.
Ao integrar indicadores clínicos, organização do serviço e qualidade da experiência do paciente, o fonoaudiólogo passa a conduzir sua prática de forma mais estruturada, previsível e sustentável.
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A ideia é explicar, de forma simples e prática, como funcionam os principais algoritmos dos aparelhos auditivos e como traduzir essa tecnologia para o paciente durante a consulta.
Porque uma das maiores dificuldades na adaptação de AASI não é a regulagem… é explicar a tecnologia de forma clara e gerar compreensão real do benefício.
Na primeira aula vamos falar sobre dois recursos fundamentais para desempenho em ruído:
• Redutor de Ruído
• Salientador de Fala
Vou mostrar:
• como esses algoritmos funcionam
• como evoluem entre os níveis tecnológicos
• e como explicar isso para o paciente de forma didática
Terças-feiras
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Aula ao vivo | Online
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Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Rio de Janeiro
sinferjfono.org
Sindicato dos Fonoaudiólogos de Minas Gerais
sindfonomg.org.br
Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná
sinfopar.com.br
Associação dos Fonoaudiólogos do Estado do Espírito Santo
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